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O Instituto Confúcio da Universidade de Coimbra vai promover a formação de profissionais de saúde em medicina tradicional chinesa e conta com o apoio oficial do Governo chinês.
João Gabriel Silva, reitor da UC, referiu que o Instituto Confúcio da Universidade de Coimbra (UC), inaugurado esta semana, vai além dos objetivos da promoção da língua e cultura chinesas, pretendendo assumir-se como um espaço para a promoção da medicina tradicional chinesa.
A UC pretende, com a criação deste instituto, garantir que profissionais de saúde possam "tirar novas especialidades" ligadas à medicina tradicional chinesa, referiu João Gabriel Silva.
Para o arranque, a UC deverá realizar "ações mais curtas" para garantir um melhor conhecimento, "dentro e fora da classe médica", sobre o que é hoje a medicina tradicional chinesa, para, de seguida, se estabelecer a oferta, explanou.
O reitor referiu que não há iniciativa semelhante, com o apoio do Governo chinês, em Portugal "e praticamente não há na Europa", querendo a Universidade de Coimbra fazer com que esta oferta formativa ultrapasse as fronteiras do país.
"É uma oportunidade por explorar", enfatizou, considerando que a medicina tradicional chinesa tem cada vez "maiores ligações" à medicina ocidental, sendo que "tem uma contribuição a dar".
O instituto conta com a Universidade de Estudos Internacionais de Pequim e a Universidade de Medicina Chinesa de Zheijiang como instituições parceiras do projeto.
A inauguração realizada esta semana simboliza o retomar "de uma tradição de séculos", salientou o reitor, recordando que, entre o século XVI e o século XVIII, a Universidade de Coimbra "foi um dos principais pontos focais da transferência de conhecimento do Oriente para a Europa e da Europa para o Oriente".