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Nos próximos dois a três dias são “12 a 16 doentes” a inaugurar o Hospital de Campanha do Porto, localizado no Pavilhão Rosa Mota, no Porto. Com o tempo vão ser mais. Tantos que é previsível “dar resposta a 20% dos doentes que as unidades têm internados”, refere António Araújo, presidente do conselho regional da Ordem dos Médicos e coordenador da gestão hospitalar.
Todos têm de testar positivo para a covid-19 e vir de uma unidade hospitalar mas sem apresentar sintomas graves da doença. “Trata-se de doentes assintomáticos, que não têm condições de isolamento no seu domicílio, doentes assintomáticos com alguma disfunção por outra doença não respiratória, a necessitarem de cuidados médicos básicos e doentes em fase de recuperação, à espera de negativar o teste", descreve também António Araújo, que visitou o local esta segunda-feira.
O pavilhão, reabilitado há quatro meses para receber concertos, tem agora capacidade para acolher 320 doentes do Centro Hospitalar Universitário do Porto e do Centro Hospitalar de São João, os hospitais de linha da frente para o combate à pandemia de covid-19 na cidade do Porto. E “não há razão para achar que é preciso mais”, garante Eduardo Pinheiro, secretário de Estado da Mobilidade e responsável pela coordenação da execução do estado de emergência na região Norte.
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