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O projeto para reduzir o sal no pão abrange atualmente 1,5 milhões de pessoas, dá conta a Administração Regional de Saúde (ARS) do Centro.
De acordo com o gabinete de relações públicas e comunicação da ARS do Centro, 80% dos 336 consumidores sondados no âmbito de um inquérito em padarias que integram o projeto “pão.come” referem que esta iniciativa tem muito interesse para a saúde.
O estudo de opinião, realizado em 2015 e levado a cabo pela equipa coordenadora do programa “minorsal.saúde”, que inclui o projeto “pão.come”, concluiu que a maioria das pessoas inquiridas (58%) não notou a diferença na redução do sal no pão.
Segundo a notícia avançada pela agência Lusa, o projeto “pão.come”, desenvolvido desde 2007 pelo Departamento de Saúde Pública (DST) da ARS do Centro, está integrado no programa estratégico de redução do cloreto de sódio na alimentação, o “minorsal.saúde”, e tem vindo a utilizar uma metodologia gradativa de diminuição do teor do sal na confeção do pão, propondo como objetivo final 0,8 gramas deste ingrediente por 100 gramas de pão.
O “pão.come” teve início há oito anos, com 322 padarias aderentes em 26 concelhos do Centro, e já abrange 950 padarias em 73 concelhos.
“Até ao momento, já contabiliza 7.429 análises realizadas, contando, para esse efeito, com a rede instalada de serviços de saúde pública, assim como laboratórios de saúde pública da região”, refere a nota.
O projeto, que deverá terminar em 2020, envolve uma vasta equipa de médicos e enfermeiros de saúde pública, técnicos de saúde ambiental, nutricionistas, engenheiros sanitaristas, técnicos de laboratório e padeiros.
Este projeto, que já foi distinguido com um prémio na categoria “promoção da saúde”, em 2009, e com uma menção honrosa dos Nutrition Awards, em 2010, integra a Estratégia Nacional para a Redução do Consumo de Sal na Alimentação, da Direção-Geral de Saúde, e contribui de uma forma inequívoca para a melhoria da saúde da população.
Os parceiros do “pão.come” são a Associação do Comércio e da Indústria da Panificação, Pastelaria e Similares e a Fundação Portuguesa de Cardiologia.