Data

28 Abr 2021



Fonte

Rádio Renascença Online





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Ordem dos Médicos Norte apela ao cumprimento das regras para não se voltar atrás

Em declarações à Renascença, António Araújo avisa que só dentro de três semanas se saberá se o aumento de casos terá reflexos nos hospitais. Defende mais rastreios e uma aceleração da vacinação à população doente, por exemplo, com cancro.

O presidente do conselho regional do Norte da Ordem dos Médicos apela à população que cumpra as regras sanitárias, caso contrário a situação pode voltar a agravar-se, com reflexos nos hospitais.

“Este aumento do número de casos tem vindo a ser mais significativo em populações mais jovens e, portanto, com menos risco de internamento, mas é expectável que, subindo o número de casos, venha a subir de alguma forma o número de internamentos”, prevê António Araújo.

“Há sempre uma ‘décalage’ no tempo, cerca de duas a três semanas, entre o aumento do número de casos e o aumento do número de internamentos e depois o aumento no número de doentes internados em cuidados intensivos e depois um aumento de fatalidades. Provavelmente, só daqui a 15 dias/três semanas é que teremos esse reflexo”, prossegue.

Nesta altura, o Norte do país é a única região com um índice de transmissibilidade acima de 1 e os especialistas já avisaram que, a manter-se o ritmo, poderá atingir-se a linha vermelha – ou seja, os 120 casos por 100 mil habitantes – entre duas semanas a um mês.

À Renascença, o presidente do conselho regional do Norte da Ordem dos Médico reforça o apelo ao cumprimento das regras sanitárias e defende o aumento do número de rastreios para reverter a situação na região, nomeadamente ao nível das escolas e das profissões “que têm mais contacto com o público”.

 

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