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Legislação
Regulamento
O presidente do conselho regional do Norte da Ordem dos Médicos apela à população que cumpra as regras sanitárias, caso contrário a situação pode voltar a agravar-se, com reflexos nos hospitais.
“Este aumento do número de casos tem vindo a ser mais significativo em populações mais jovens e, portanto, com menos risco de internamento, mas é expectável que, subindo o número de casos, venha a subir de alguma forma o número de internamentos”, prevê António Araújo.
“Há sempre uma ‘décalage’ no tempo, cerca de duas a três semanas, entre o aumento do número de casos e o aumento do número de internamentos e depois o aumento no número de doentes internados em cuidados intensivos e depois um aumento de fatalidades. Provavelmente, só daqui a 15 dias/três semanas é que teremos esse reflexo”, prossegue.
Nesta altura, o Norte do país é a única região com um índice de transmissibilidade acima de 1 e os especialistas já avisaram que, a manter-se o ritmo, poderá atingir-se a linha vermelha – ou seja, os 120 casos por 100 mil habitantes – entre duas semanas a um mês.
À Renascença, o presidente do conselho regional do Norte da Ordem dos Médico reforça o apelo ao cumprimento das regras sanitárias e defende o aumento do número de rastreios para reverter a situação na região, nomeadamente ao nível das escolas e das profissões “que têm mais contacto com o público”.
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