Data

06 Jan 2016



Fonte

ALERT Life Sciences Computing, S.A.





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Tuk Boleias já transportou mais de 2.070 pessoas

Veículo elétrico do Hospital Pedro Hispano

O veículo elétrico Tuk Boleias, que leva gratuitamente os utentes desde a entrada exterior até à receção do Hospital Pedro Hispano, em Matosinhos, já transportou mais de 2.070 pessoas.
De acordo com a notícia avançada pela agência Lusa, entre 23 de novembro e 16 de dezembro de 2015, o Tuk Boleias, com capacidade para seis lugares, transportou 2.070 utentes, uma média de 122 por dia. O veículo já fez cerca de 40 viagens diárias.
O Tuk Boleias é um projeto da Câmara de Matosinhos e do Hospital Pedro Hispano que está em período experimental até 07 de janeiro e tem por objetivo resolver “queixas diárias” de utentes devido às dificuldades que têm em fazer a pé a “subida íngreme” da rampa de acesso à unidade de saúde, explicou à agência Lusa o vereador dos Transportes e Mobilidade da autarquia, José Pedro Rodrigues.
A maioria dos utilizadores do Tuk Boleias tem mais de 65 anos (65,2%), ou são pessoas entre os 19 e 64 anos (28,6%) e dos 0 aos 18 anos (3,7%).
Os que mais utilizam o veículo são idosos (65,3%), acompanhantes dos doentes (25,9%), pessoas com incapacidade física ou deficiência (7,6%) e mulheres grávidas ou com crianças de colo (1,3%). De acordo com o inquérito realizado a maioria dos utentes chega ao hospital de autocarro (63,4%) e, depois, de metro (20,1%), carro próprio (7,4%) e a pé (2,9%).
Os utentes podem “apanhar boleia” no veículo “elétrico e silencioso” de segunda a sexta-feira, entre as 08:00 e as 18:00, de forma contínua e nos dois sentidos (ascendente e descendente).
José Pedro Rodrigues referiu que a realização dos inquéritos teve como objetivo perceber a utilidade e importância do veículo para a população.
“O período experimental termina dia 07 de janeiro, por isso, a autarquia e o hospital vão decidir se continuam ou não com este serviço de transporte”, referiu.
O autarca explicou que a inclinação da rampa de acesso ao hospital é “enorme”, tendo sido um erro do projeto que é necessário resolver porque as pessoas têm imensas dificuldades em subi-la por causa da idade, doença ou mobilidade reduzida.